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A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) foi fundada em Julho de 2008 por iniciativa de mais de 60 Entidades de e para deficientes visuais de todo o país. Seu escritório e secretariado estão atualmente estabelecidos em Brasília, no Distrito Federal, e seu propósito como Organização Não-Governamental e sem fins lucrativos é o de assegurar a todos os brasileiros com cegueira, surdo-cegueira ou baixa visão o direito constitucionalmente garantido de determinar os rumos de suas próprias vidas.

Esta Organização, para tanto, trabalha articulando suas Entidades afiliadas por todo o território nacional, com o objetivo de dar-lhes estrutura e representatividade política, além de apoio técnico, social e pedagógico. É através desse trabalho que a ONCB atua no quadro da deficiência visual por todo o país, com campanhas que vão desde a prevenção contra a cegueira até programas que incentivem os deficientes visuais brasileiros a assumirem seu papel como protagonistas de suas Entidades.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em 2002 havia cerca de 161 milhões de deficientes visuais em todo o mundo, aproximadamente 2.6% da população. No Brasil, essa estatística aponta para mais de dois milhões de pessoas com algum nível de inabilidade visual. Ainda de acordo com a OMS, esse número deve crescer em proporção no futuro próximo, em decorrência de fatores como o aumento progressivo da expectativa média de vida e, por conseqüência, da população geral de idosos. Tais números, quando apresentados junto ao corrente quadro social brasileiro, vêm apenas demonstrar a relevância de se unificar o movimento de luta pelos direitos das pessoas com deficiência visuais brasileiras, em uma grande iniciativa que lhes dê proporção e representatividade.

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Tratado de marraquexe entra em vigor

O tratado de Marraquexe entra em vigor nessa sexta-feira, 30. Ele é o primeiro instrumento internacional da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) voltado às pessoas com deficiência. Permite o acesso a livros em formatos acessíveis e já foi assinado por vinte países (metade deles só na América Latina).

Ancine determina acessibilidade total em salas de cinema até 2018

A DIRETORIA COLEGIADA DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA – ANCINE, realizou, na sexta-feira, 15, no escritório central da agência na cidade do Rio de Janeiro, uma solenidade para anunciar A PUBLICAÇÃO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 128, de 13 de setembro de 2016, que dispõe sobre as normas gerais e critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva a ser observados nos segmentos de distribuição e exibição cinematográfica do Brasil. A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), foi representada pelo SEU EX-PRESIDENTE, Antônio José Ferreira.

Presidente da ONCB participa do Lançamento do Projeto "Olha Recife Inclusivo"

O presidente da ONCB, Antônio Muniz participou do lançamento do projeto "Olha Recife Inclusivo", ocorrido nessa quarta-feira (24) no Auditório do Consórcio Recife de Transporte Metropolitano (CTM). A iniciativa consiste na disponibilização de ônibus e vans adaptadas que transportarão pessoas com deficiência aos diversos locais turísticos da cidade aos sábados e domingos. Para tornar o passeio acessível, estarão presentes guias turísticos, audiodescritores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

ONCB realiza fórum virtual sobre um ano da Lei Brasileira de Inclusão

A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), realiza, no dia 20 de agosto, às 15h, o I Fórum Virtual da ONCB/2016. O tema será a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que completou um ano no dia 6 de julho. O evento vai abordar os avanços trazidos pela lei, os desafios e perspectivas para o futuro.

"foi um aprendizado como artista e cidadão", diz diretor do filme Jogo Cego; confira a entrevista

O filme Jogo Cego conta a história de atletas paralímpicos com deficiência visual. O documentário une inclusão com esporte e mostra a rotina de alto rendimento dessas pessoas. Elas provam que possuem apenas uma diferença com os demais : a deficiência visual. Mas isso é só um detalhe. Luiz Henrique Kichel, assessor da Secretaria de Comunicação da ONCB colaborou com o projeto, fazendo o tratamento de áudio das vozes dos entrevistados.

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